Mãos,toques e você que não me engole

Me diz em que braço eu tatuei teu nome. Te descobri, guardei e fingi que não te sabia escondida no fundo do meu armário.

Te recebi em casa e, besteira, perguntei se queria comer alguma coisa – Biscoitinho, um suco, tem pizza de ontem,tem eu. Te abracei e guardei minhas mão sem seus cabelos, inocente, queria te levantar a saia e colar minha pele na sua.

Me diz onde foi que errei o diagnóstico, pois te amei em silêncio. Fingindo que te sorri, te comi de porções fartas.

E iludindo que te afrouxei os abraços amigos,e os sorrisos convalescentes, me desmanchei quando você disse tchau.

Masse me vens agora, nesse meio da noite, juro que te comento dos toques que aprendi.Te testo nos suspiros que já ouvi. Meu bem, se vem hoje ou por qualquer dia desses, me enlaço em suas pernas, porque não há orgasmo que afugente essa saudade.

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