Te escrever à pele.

Ah,menina, te escreveria, me bordaria. E oque você faria? E pouco me importa  se me deixar confessar que te preciso sim. Com toda a ânsia precisante de almejar qualquer coisa tua que traga essa paz danada.

Masque tolice. Onde é que me enfiaste a paz? Você me chega feito um vendaval, balança as cortinas já de longe. Mas, senta aqui, olha esse tua pele branca… Vem, me abraça e repara bem como seu timbre fica tão mais doce junto ao meu.

Te disse já que sonhei que os domingos eram dias de sol sonolento, vento calmo e um bom colo ase aconchegar? E parece meio tolice, mas você me rouba todo o sentido, toda a lucidez, por deus, menina, eu sequer sei me guiar entre o que acredito e o que finjo acreditar. Perdi a consciência. E você vem cheia de certezas só pra me enganar e iludir e, assim, acho que não sei mais nada. Mas no fundo só sei que te quero.

O amor corrompeu a lucidez. Mas que besteira, os domingos tardios e calmos e doces são feitos de braços a abraços sem nenhuma razão pra serem além de todo o te querer.

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