O medo tocou a ponta de cada dedo meu,me entrelaçou os pulsos e subiu pelos meus braços. O quarto escuro fez tudo parecer mais sufocante, mas a luz me trazia uma visão que eu não queria. Viver anda assustador. Os ruídos dentro de mim revelam uma solidão, uma preguiça de mim que não me suporto. E divide comigo, em mim, me corroendo, o silêncio. Paradoxo aos barulhos de mim, o silêncio que me habita, me dilacera, me fere, me agoniza. O vazio dos sussurros, a companhia falha, o riso que não forço mais.Todos os meus sonos tem sido dias sem fim.

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